Não chore sobre leite derramado, nem mesmo quando é leite de amêndoa …


Eu estava a correr a preparar o meu batido quando entornei um pouco. Ouvi logo uma voz na minha cabeça a dizer, “que desajeitada”! Felizmente, assim que ouvi esta voz, acordei do transe de pressa em que estava e decidi usar algumas ferramentas.

Qual a realidade que eu quero criar? Presença, eu quero estar presente.

Que significado dou ao facto? (eu entornei leite, é visível, não posso negar nem evitar) e sim, o significado é meu. Isto é um lembrete para praticar o que eu acredito, para ser gentil comigo mesma, para ficar mais consciente. Isto é um convite para estar presente, uma oportunidade de acordar do meu “transe apressado”.

Foco – Então, onde é que eu vou focar? Sabendo que aquilo onde foco expande, foco na oportunidade de acordar, de estar presente, e criar a realidade que eu quero viver.

Responsabilidade – Qual é a minha capacidade de resposta? Primeiro, voltar aqui e agora, e em seguida, limpar o que sujei.

Ação – Qual é o meu primeiro passo? Fazer rapidamente um scan ao corpo, e em seguida, limpar o que sujei de forma presente, cada gesto, estar no meu corpo, ao pegar no pano, observar as vozes na minha cabeça, sentir o inspirar e expirar … E fazer tudo de novo e repe tir. E perceber como tudo é fluido, a mudar constantemente…

Não chore sobre o leite derramado, nem mesmo quando é leite de amêndoa …

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